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Saúde vistoria imóveis para mapear nível de infestação do mosquito da dengue

Moradores devem ficar atentos à identificação do agente, pelo crachá, e acompanhar a vistoria no imóvel. Estão programadas visitas em 22 mil residências, comércios e terrenos baldios para essa pesquisa, o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa).


Foto: Pedro Ribas/SMCS


Durante as próximas semanas, a Prefeitura fará uma pesquisa em todos os bairros da cidade para verificar o nível de infestação do mosquito Aedes aegypti. Agentes de combate a endemias da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) visitam imóveis em toda a cidade para identificar possíveis criadouros do mosquito, que transmite dengue, zika e chikungunya.


Durante as visitas são feitas buscas de possíveis criadouros, coleta de amostras, eliminação de focos e orientações sobre o controle do mosquito. Os locais a serem visitados são definidos por sorteio, dentro de uma metodologia aplicada em todo o País, que considera a densidade populacional e o número de imóveis de cada cidade.


“Esse mapeamento rápido apresenta a distribuição da infestação por tipo de criadouro nas diferentes regiões da cidade, o que permite à Prefeitura elaborar novas estratégias de combate ao mosquito nas áreas consideradas mais críticas”, destaca a coordenadora do


Programa Municipal de Controle do Aedes, Tatiana Faraco.


Ajuda da população

A metodologia permite identificar focos do mosquito e os principais tipos de criadouros.


O LIRAa é uma diretriz do Ministério da Saúde e faz parte da ação Curitiba sem Mosquito, uma das metas estabelecidas pela Prefeitura com relação ao Aedes. A meta é que o índice de infestação fique abaixo de 1%.


Desde 2017, Curitiba tem cumprido essa meta e realizado dois LIRAa anualmente. Em todos, teve índice de infestação em 0%.


Identificação do agente

Os agentes de endemia da SMS usam camiseta azul clara, boné, calça e jaqueta azul marinho. Todas as peças, assim como o crachá de identificação, levam a logomarca da Prefeitura de Curitiba. Eles não usam jalecos brancos.

Em caso de dúvida, é possível pedir a identificação do profissional e ligar para o 156 para checar se ele é um agente de endemias. A Central 156 tem a lista de todos os profissionais.


Maior preocupação

Até o fim de fevereiro, a SMS identificou um número de focos positivos três vezes maior que no ano passado. Foram 218 focos do mosquito, enquanto no mesmo período em 2021 foram 80 focos.


Esse aumento levou a Prefeitura a reforçar as ações para combater a proliferação do mosquito, com incorporação de novas atividades. Leia mais


Curitiba sem Mosquito

O Programa Municipal de Controle do Aedes aegypti atua durante todo o ano com ações de prevenção à dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. Promove vistorias em casas, comércios e espaços públicos, ações pedagógicas de conscientização de combate ao Aedes, monitoramento e bloqueios em áreas com suspeitas de focos.


Em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente a SMS, também promove constantemente o Mutirão Curitiba sem Mosquito, que faz a coleta de lixos e entulhos em regiões vulneráveis de toda a cidade.

Fonte: PMC

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