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  • Foto do escritorJornal do Juvevê

Olá queridos leitores da Coluna Vida Plena Psi.


Neste dia 8 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher e há tempo venho pensando na produção de um texto com a devida honra que a data merece.


Os estudos voltados ao tema do feminino fazem parte do meu cotidiano desde 2019, com leituras, cursos, rodas de conversa e um trabalho de conclusão de curso - TCC, onde a perspectiva da mulher, mãe e profissional foi debatida, além de que minha prática clínica tem sido predominantemente com o público feminino.


Com grande expectativa, dei início à escrita, trazendo a perspectiva histórica (algo que gosto muito e faz-se necessário para a compreensão dos fatos), explicando a origem desta data, ou seja, o motivo de se comemorar o Dia Internacional da Mulher.


Sendo assim, fiz uma pequena viagem até o ano de 1910, época em que ocorreu a II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas. No evento, a alemã Clara Zetkin fez a proposta de criação da data comemorativa e após muitas lutas, no ano de 1975, a Organização das Nações Unidas oficializou o dia 8 de março como o Dia Internacional da Mulher. Além disso, elegeu os anos de 1976 a 1985 como a década da mulher.


Como vimos, não foi uma data criada pelo comércio, mas cuja origem remonta a movimentos de reivindicação política, com uma luta incessante (podendo-se dizer que permanece até os dias atuais) na busca por direitos e igualdade, sendo respeitadas as diferenças biológicas e jamais servindo de pretexto para a subordinação e inferiorização das mulheres.


Não poderia deixar de trazer um pouco a perspectiva do autocuidado, um tema que me encanta, dada a sua importância e efeitos positivos no que tange ao empoderamento feminino.


Nós mulheres somos vistas como cuidadoras, pessoas que zelam pelo bem estar de todos. Sendo assim, faz-se necessário o questionamento: quem cuida de nós? Nós mesmas e por isso nunca é demais ressaltar a importância fundamental do autocuidado, sendo que a relação entre ele e o empoderamento da mulher é proporcional, ou seja, quanto mais investimento em autocuidado, mais empoderada, segura e autoconfiante.


Então, vale a pena investir tempo para cuidar de você, fazer o que lhe dá prazer, ter o seu momento especial, estar com você mesma, fazendo algo que lhe traga bem estar e satisfação.


Para cuidar, precisamos estar bem. E apenas você sabe o que lhe traz bem estar, seja nas dimensões física, social, espiritual e social.


Após muito refletir, entendo que uma justa homenagem não é tarefa das mais fáceis, diante da complexidade de cada mulher, visto que somos únicas e singulares, dotadas cada uma da sua subjetividade.


Então, não apenas hoje, Dia Internacional da Mulher, mas todos os dias do ano, meu desejo é que possamos priorizar a nossa autenticidade e nossa verdade, desenvolvendo um olhar atento a nós mesmas, tanto quanto desenvolvemos em relação àqueles a quem cuidamos.


Esse breve texto é uma homenagem e também um convite à reflexão, de repente um estímulo a dar um passo em direção a algo novo que você queira realizar, sempre priorizando-se e sendo muito gentil com você.


Parabéns e obrigada por acompanhar o Jornal do Juvevê e a coluna de Psicologia Vida Plena Psi, até a próxima.



Cláudia Ducci Hartmann

Psicóloga CRP 08/37672

E-mail: duccihartmann@gmail.com

Instagram: @clau.duccihartmannpsi



fontes:

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