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  • Foto do escritorJornal do Juvevê

O bispo negro, os "homens bons" e a santa eugenia curitibana, do Mestre Kandiero.


O livro “Bispo Negro” é uma narrativa densa e provocativa que mergulha nas questões históricas, políticas e sociais do Brasil, entrelaçando-as com reflexões sobre religião, justiça social e moralidade. 


O texto descreve um diálogo intenso durante uma vigília religiosa em uma igreja, onde um Bispo questiona mitos e símbolos da cidade, confrontando o passado escravocrata do país e seus reflexos no presente, desafiando a noção de que apenas aqueles que diretamente escravizaram são responsáveis pelas injustiças históricas.


O bispo desafia as narrativas estabelecidas, levantando questões sobre a construção da identidade local e a necessidade de revisitar a história com um olhar crítico. O diálogo destaca a importância de conhecer a verdade e questionar narrativas históricas estabelecidas.


O livro "Bispo Negro" questiona e critica as ideias do movimento paranista, associando-o à eugenia e ao racismo científico. Argumentando que o paranismo, ao promover uma identidade branca e excluir a presença negra e indígena na história do Paraná, reflete os ideais racistas do século XIX e XX. 


Ele destaca como os imigrantes europeus, influenciados por ideologias eugenistas, contribuíram para a disseminação dessas ideias no estado. O texto evidencia a contradição entre a narrativa oficial do paranismo e a realidade histórica, destacando a necessidade de revisão e desconstrução desses mitos para uma compreensão mais ampla e justa da história do Paraná. 


Caso tenha interesse em adquirir um exemplar, entrar em contato com a editora Humaitá

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