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  • Foto do escritorJornal do Juvevê

Luciana Mallon a contadora de histórias


Luciana Mallon, contou para o site do Juvevê um pouco de sua história. Confiram


COM QUANTOS ANOS VOCÊ COMEÇOU A CONTAR HISTÓRIAS?

Gosto de contar histórias desde os cinco anos de idade. No primário, eu amava escrever redação, e como as professoras gostavam do que eu escrevia, elas pediam para que eu lesse os textos em voz alta.

O tempo passou e em 1989 fiz o Curso de Magistério, onde tinha estágio supervisionado e uma das atividades era contar histórias para as crianças. Em 1993 entrei para o curso de Letras e resolvi fazer o curso voluntário de contação de histórias.

Em 2013 o meu livro “Lendas Curitibanas” foi lançado pela Editora Instituto Memória e a partir daquele dia passei a receber vários convites para narrar os contos do meu livro.


O QUE É CONTAR HISTÓRIAS PARA VOCÊ?

Contar histórias é acima de tudo um ato de amor, no meu caso eu resgato lendas que se perderam nos registros orais.

Além de passar esses contos para o papel, eu gosto também de narrar em voz alta, em um palco, dando vida ao personagem.

Pois contar histórias é um resgate da cultura que incentiva a criatividade do subconsciente.


QUAL É A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA O SER HUMANO?

A contação de histórias resgata a lembrança das anciãs do passado, que passavam contos de geração para geração, através de suas vozes.

A contação de histórias desenvolver a criatividade, a sensibilidade, a empatia, e o respeito, pois a narração de contos exerce um resgate folclórico fazendo com que o ser humano ame e preserve apropria cultura.


COMO VOCÊ ESCOLHE AS HISTÓRIAS PARA CONTAR?

Geralmente eu contos lendas do mundo inteiro, que ainda não caíram no domínio popular. Também faço repentes, ou seja, crio poemas orais na hora, com as palavras que o público sugere.


ONDE VOCÊ COSTUMA CONTAR HISTÓRIAS?

Bibliotecas, Escolas, Asilos, Orfanatos, Lojas, eventos e até mesmo nas ruas ou ônibus.


VOCÊ USA RECURSOS CÊNICOS PARA CONTAR HISTÓRIAS?

Sim, pois, como também sou bailarina, costumo usar figurinos de fantasias, coreografias de danças e músicas em minhas apresentações.

Uso uma técnica chamada Dança-Poesia, onde a bailarina conta uma história, ou declama um poema


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