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  • Foto do escritorJornal do Juvevê

DENGUE: esse mosquito mata

Informações da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba

Como está a situação da Dengue em Curitiba?

No boletim informativo preliminar da dengue, que cobre o período de 1 a 24 de janeiro deste ano, Curitiba totalizou 92 casos confirmados de dengue – 11 são autóctones, ou seja, em que a contaminação aconteceu na cidade. Na semana anterior, eram 42 casos confirmados, com três autóctones.

No ano de 2023, foram contabilizados 659 casos confirmados de dengue em Curitiba, dos quais 32 eram autóctones.


A dengue apresenta sintomas parecidos com os da gripe comum?

Sim, é preciso ficar atento aos sintomas característicos da dengue. A presença de febre alta (usualmente entre 2 e 7 dias) associada a dois ou mais dos seguintes sintomas são indícios da doença: náuseas ou vômitos, manchas vermelhas no corpo, dor no corpo e articulações, dor de cabeça ou dor atrás dos olhos, mal-estar e falta de apetite.

São sintomas que podem facilmente ser confundidos com outras doenças, por isso um diferencial para o diagnóstico precoce e o tratamento adequado é relatar que esteve em região com casos de dengue.


Existe medicação voltada exclusivamente para o tratamento da dengue?

A hidratação intensa é o principal tratamento para a dengue, mas é preciso atenção para o agravamento do quadro. No quinto dia de sintomas, se houver algum sinal de alarme, como náuseas ou vômito, além da febre persistente e dor intensa de cabeça, é preciso buscar um serviço de saúde.

Se os sintomas forem leves, a pessoa pode ligar para a Central Saúde Já – 3350-9000 para ter a orientação adequada para seu caso. Em situações mais graves, é preciso buscar atendimento em uma das 109 unidades de saúde de Curitiba ou em uma UPA.


Curitiba já tem vacina contra a Dengue?

Não. O Ministério da Saúde só está enviando vacinas para os municípios que enfrentam epidemias sucessivas de dengue e Curitiba nunca enfrentou epidemia da doença.


Quais são os cuidados para evitar o Aedes Aegypti?

A vistoria semanal das casas, quintais e locais de trabalho são medidas efetivas para eliminar possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Isso é necessário porque o ciclo de reprodução do Aedes, entre ovo, larva e mosquito adulto é de apenas uma semana. Eliminando a água parada, esse ciclo é interrompido.

O verão é a época do ano com maior risco da proliferação do mosquito transmissor da dengue, mas os cuidados em eliminar possíveis criadouros, devem ser mantidos o ano inteiro.

Semanalmente é preciso vistoriar a residência e o quintal em busca de recipientes que acumulam água, desde uma pequena tampinha esquecida no jardim, aos tonéis de captação de água de chuva.

A orientação é que esses reservatórios de água sejam mantidos tampados, inclusive com o uso de telas para impedir a entrada da fêmea do Aedes, que procura o local ideal para depositar seus ovos.


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