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  • Foto do escritorJornal do Juvevê

Calote mal fadado


Lembra que eu falei que ao lado do bar tem uma porta que dá acesso a uma escada, e que essa escada passa por dentro do bar?


Então, no início o bar era menor e essa escada levava à mesa de sinuca no andar de cima, separada da “muvuca” frequente no andar de baixo.


Só que a escada dava, e ainda dá, para o passeio, direto para a rua. Olha só que oportunidade para o malandro... bebia, jogava, comia e depois descia direto pra rua... eis a ocasião.


Chega ao bar uma turma de jovens (pouco acima da maioridade) liderados pelo espertalhão. Comem, bebem e vão jogar no andar de cima. Dionísio já desconfiado ficou atento. Mas num momento de distração... adivinha?


Quando Dionísio percebeu saiu à captura. Buscou por um lado, nada. Buscou por outro, nada. Andou algumas quadras e... lá estavam. Dionísio se aproximou em silêncio, tão perto que podia ouvir a conversa.


- hehehe dei o cano no careca. Queria estar lá para ver a cara do gordinho.


Era o líder da moçada se vangloriando do mal feito.


Capturado e conduzido de volta ao bar foi detido até que a conta fosse paga. Foi preciso uma cotização de todos para que o cárcere não fosse comunicado aos pais e o passivo fosse quitado.


Soube desse caso mas não estava lá, não sei quem é o sujeito que fazia parte do grupo e que ainda frequenta a casa, mas sei que isso era comum, a juventude, a malandragem, os estudantes de direito no “Dia do Pendura”.


Que tenha servido de lição, que eles tenham aprendido.


O cidadão que continua frequentando e que não sei quem é, como nós que já fizemos também um monte de coisas erradas, segundo consta, é boa gente e paga tudo certinho.


Dionísio se mantém atento, vez por outra aparece um espertinho tentando dar calote, Basta um momentinho de distração para ficar no prejuízo.


Watson

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