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2022 – Por que eu devo ler o Jornal do Juvevê?

Atualizado: 24 de jan. de 2022

Ao longo de 2020 e 2021 nós fizemos alertas e mostramos fatos não noticiados na TV e no jornal impresso. Esse é o principal motivo para você ler o jornal do Juvevê e outros sites e mídias sociais ainda pouco conhecidas! Corroboram a minha afirmação as novidades do bairro e da cidade diariamente postadas em nosso Instagram e Facebook. Semanalmente artigos e entrevistas com personalidades e pessoas independentes analisam aspectos sociais, políticos e econômicos do Brasil e do mundo. Aí você argumenta: tem muitos outros jornais alternativos! Tem, mas normalmente pedem senha para acessar os conteúdos e nem sempre equilibram notícias locais, com reflexões nacionais. BSM – Brasil Sem Medo, BP - Brasil Paralelo, Gazeta do Povo são boas fontes de informação; contudo além da assinatura, nem sempre são tão objetivos quanto nossas colunas aqui no Jornal do Juvevê.


Na coluna dessa semana, por exemplo, nós vamos continuar explicando a importância de se informar por mais de uma fonte de notícias. Na próxima, vamos mostrar vários fatos importantes de 2021 que provavelmente você nem ficou sabendo.


Vamos olhar para trás, antes de aceitar previsões catastróficas?


Antes de fazer projeções para 2022, vamos relembrar o ano passado? Em janeiro de 2021 ainda machucados por tristezas, perdas e longo período distante de nossos pais, avós, filhos e amigos, as manchetes da Tv e da mídia tradicional continuavam a nos assustar com os problemas da pandemia, continuavam a preconizar tristeza, desgraça e falta de perspectiva social e econômica.



Felizmente os fatos não corroboraram a catástrofe. Tivemos mais alguns fechamentos de comércio, de cidades, lockdowns “científicos”; contudo, a atividade econômica voltou a crescer. Novamente a mídia tradicional fez seu papel de aumentar a desgraça e diminuir, ou quase ignorar, a bonança! Parentes, amigos e “famosos” faleceram, aliás, seguindo o ciclo da vida ou nos deixando de forma precoce; lindos bebês vieram ao mundo e a vida continuou. Aí você me pergunta: seu tema não é economia? Por que você insiste em criticar o jornalismo?


Vamos nos informar por diferentes fontes? Mídia alternativa, sites, whatsapp, facebook, telegram e outros


Reclamo, critico e vou continuar alertando: o jornalismo tradicional, das grandes redes de TV e jornais impressos acabou! Esse é o segundo motivo para você ler as mídias alternativas, como o Jornal do Juvevê. A questão é estrutural, abrange o mundo todo, mas tem uma peculiaridade local. Preciso lembrá-los que o governo federal não faz mais anúncios milionários nas grandes redes de TV, não publica mais anúncios nos jornais, ou seja, uma das principais fontes de receita da mídia tradicional secou. Afinal por que a as empresas estatais precisam fazer propaganda maciça? Correios, Petrobrás, Caixa Econômica são monopólios, não precisam se esforçar muito para conseguir clientes. A questão estrutural afeta a mídia tradicional ao redor do mundo: a internet e as mídias sociais tornaram a propagação da noticia muito mais rápida, isso leva a diminuição dos leitores do jornal impresso e os telespectadores da TV Aberta, com consequente redução de anúncios. Então, mais essa fonte de receita diminui: parte dos recursos destinados a propagandas nos intervalos da novela, ou durante as partidas de futebol vão para as mídias alternativas.



O Jornal do Juvevê existe há 13 anos. Tal como muitos outros jornais impressos e jornalistas, migrou do papel impresso, distribuído de porta em porta, para site na internet, facebook, Instagram. O jornalista responsável, Bernardo Carlini não nasceu nas mídias digitais, consolidou seu caminho no jornalismo tradicional e hoje está presente nas redes sociais. Em relação aos anunciantes, O JV divulga de forma honesta, direta e barata os profissionais e o comércio local. Também perdeu alguns anunciantes, em especial aquele pequeno comércio obrigado a fechar suas portas durante os lockdowns. Mas já está conseguindo o apoio de novos empresários, gente da cidade, conscientes da necessidade de divulgar seu negócio, seus produtos e seus serviços em diferentes fontes confiáveis e baratas, como o Jornal do Juvevê.


E o terceiro motivo para você seguir o Jornal do Juvevê e outras mídias alternativas é bem mais complexo: O jornalismo tradicional foi cooptado por grandes grupos internacionais. As grandes corporações usam a TV, o rádio, os jornais para tentar impor suas empresas, seus produtos e principalmente tentam destruir os valores da sociedade ocidental para nos dominar. Diferente da revolução proletária, proposta por Marx; o projeto é da Revolução Cultural. Os trabalhadores não se somaram aos ideais comunistas de luta armada contra o capitalista, os países que adotaram o comunismo ou o socialismo “a coletivização dos meios de produção” estão quebrados. Portanto, a questão é dominar a mente das pessoas, é relativizar o certo e o errado, é destruir os valores cristãos. Nada como uma notícia divulgando a importância da conferência do clima em Glasgow sem mostrar o monte de jatinhos particulares utilizados pelos “sustentáveis ministros do meio ambiente” para chegar à Escócia. O que pensar sobre a novela da maior rede de TV aberta Segundo Sol exibindo cena de incesto? E mais um exemplo: por que precisamos seguir “padrões internacionais de produção”? Por que cada vez mais são criadas “barreiras sanitárias” à carne brasileira? A mídia tradicional vem ajudando a corroborar a “importância da fiscalização” , dá enorme destaque À criação das barreiras e pouca divulgação ao trabalho, por exemplo, do Ministério da Agricultura para abrir novos mercados para a agropecuária brasileira.



Nesses exemplos, o domínio econômico não é do governo, centralizando os meios de produção como no socialismo e no comunismo, mas sim grandes grupos internacionais dominam a indústria, o comércio e a divulgação da informação por meio de empresas globalistas. E para vender o que querem, para quem quiserem, precisam de uma concordância de todos ou da dominação das mentes.


Estou exagerando? Por que as novelas insistem em relacionamentos homossexuais? Ou em mudanças de sexo? Ou em filhos matando mães? Por que a defesa das pautas LGBTQI ( e mais um alfabeto inteiro de opções sexuais) ? Por que o jornal critica a fé cristã? E para terminar esse artigo e apenas iniciar a reflexão: por que os jornais, a TV, os artistas e os políticos tradicionais criticam sistematicamente o governo brasileiro?


Esse tema: o governo federal e suas ações serão objeto do nosso próximo artigo.


Você provavelmente deve estar pensando: essa mulher bebeu, fumou ou cheirou antes de escrever esse artigo. Infelizmente, não! Esse texto foi escrito em total sobriedade! Para analisar, refutar ou confirmar esses pensamentos, você precisa abandonar a mídia tradicional e voltar seus olhos, suas leituras e seu tempo de reflexão para as mídias alternativas.


FONTES:

https://brasilsemmedo.com/especialista-em-geopolitica-alerta-para-o-tom-de-desespero-no-cop26/

https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/cop26-lideres-mundiais-viajaram-em-avioes-privados-para-a-cimeira-do-clima

https://www.jornalnortesul.com.br/geral/novela-da-globo-exibe-cena-de-incesto-e-revolta-espectadores-1.2106241

https://www.automotiva-poliusp.org.br/produtos-globalizados-desenvolvimento-passa-por-tecnologia-da-informacao-e-gerenciamento-da-comunicacao-3/

https://cepea.esalq.usp.br/br/opiniao-cepea/barreiras-sanitarias-no-comercio-internacional-de-carnes-desafios-para-o-brasil.aspx



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