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  • Foto do escritorJornal do Juvevê

Atendimento das UPAs vira debate entre vereadores na Câmara de Curitiba



Os casos de dengue e as doenças respiratórias comuns da troca de estação têm gerado aumento na procura [das unidades de saúde]. A secretária municipal da Saúde, Beatriz Battistella, tem se esforçado, está pronta para atender, mas temos que ter esses alertas, e sugerir mais profissionais momentaneamente”, disse João da 5 Irmãos (MDB), presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Curitiba (CMC), nesta quarta-feira (10).


Olhando para a realidade da Regional Cajuru, que é o distrito de Curitiba com mais casos confirmados de dengue, João da 5 Irmãos mostrou preocupação com o descarte irregular de lixo como fator de infestação e sugeriu à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) remanejar equipes para reforçar o atendimento da UPA. “Temos que fazer esse alerta”, defendeu João da 5 Irmãos.


Além dele, Maria Leticia (PV) e Alexandre Leprevost (União) abordaram o assunto. Mais cedo, a Tribuna Livre abordou a Central Saúde Já, de teleatendimento, que é uma opção para desafogar o atendimento das UPAs.“Os números preocupam.


Não dá para tapar os olhos, temos que agir”, disse Leprevost, que, sendo membro da Comissão de Saúde, pediu ao presidente do colegiado, João da 5 Irmãos, uma agenda do grupo com a secretária Battistella. “Acho que a conta não fecha, porque os números da dengue são baixos perto do tamanho do sistema [SUS de Curitiba]”, comentou o parlamentar.


Hoje, o Painel da Dengue, com dados fornecidos pelo Executivo, registra 2.749 casos de dengue confirmados e 2.602 em investigação, em todas as regionais das cidade. Das 11 mil suspeitas registradas até aqui, 6 mil foram descartadas.


“Não estamos falando mais de pandemia”, argumentou a vereadora Maria Leticia (PV), “mas de uma sindemia, que é uma conjunção de vários tipos de doenças, que ao acontecerem juntas provocam mais danos que se estivesse ocorrendo individualmente”.


Embasada em relatórios da Secretaria Municipal da Saúde, a vereadora afirmou que, enquanto as equipes da Saúde aumentaram 3%, os atendimentos subiram 47%. “Se eu tenho recursos, mas não tenho pessoal, qual é o resultado? As pessoas estão morrendo”, disse a parlamentar.


Fonte: CMC


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